In Time, by The Greatest
terça-feira, novembro 25, 2008
segunda-feira, novembro 24, 2008
Já há algum tempo...
... que venho sendo acusado, não parcimoniosamente, e logo aqui, que é a minha own private Praça Pública, de ilitaracia.
Porquanto sinto-me na obrigação de esclarecer determinados bandalhos com algumas considerações cuja ausência de simplicidade não poderão, nunca, tão iluminadas mentes sugerir.
I. Unt vulla autat utem nosto eros exer ipis amcommy nonulla alisl ulla alit ipis dunt auguerc iduissendio conulla commy nulluptat dolortisl digniam conulpute vendrer ipit num ing eugue enismod tat nit, consed eugue ercil incipsummy nummy nummolobor ad magnit, quat.
II. Ut velisit la feu faccums andrero consequ iscipisi blaore magniat inciliquat. Ut digna faci tinim volorer acipsum zzriusciduis alit lutat, volore moluptat adit alit nostrud modion eugiam vero exerit, volobore elesto dignim doloborper sim iusciduisl ullam, velis nullum in et loreet, quat in ulput eliquisi.
III. Re dolortie ea con ulputat. Bore duipsusto commy nonse magnim nosto commolore venim zzrit, velis aci blaore vent iril ipisismod min ullandio estis nos nisit in exercillamet vel doloreet, consed dit, quat. Illuptat, quipisi. Min henibh et wis dolent adiamet irit lum duismolore dio od eugait veliquis adio dolessit iriustrud ero odigna feu feuipis doloreet praessit am dolore con henim nonsed magnim zzrilismod te exeraeseniam illut lut augiatet, sisi ea commy nulla conulput lore venit.
Post Scriptum - Se vos pode servir de ajuda, olvidai nunca que a forma eunt pode ser Particípio Passado mas, também, Pretérito Imperfeito. Fica à vossa consideração se a ofensa é tácita ou por demais explícita. De qualquer forma, é... para que néscios não sejais.
Porquanto sinto-me na obrigação de esclarecer determinados bandalhos com algumas considerações cuja ausência de simplicidade não poderão, nunca, tão iluminadas mentes sugerir.
I. Unt vulla autat utem nosto eros exer ipis amcommy nonulla alisl ulla alit ipis dunt auguerc iduissendio conulla commy nulluptat dolortisl digniam conulpute vendrer ipit num ing eugue enismod tat nit, consed eugue ercil incipsummy nummy nummolobor ad magnit, quat.
II. Ut velisit la feu faccums andrero consequ iscipisi blaore magniat inciliquat. Ut digna faci tinim volorer acipsum zzriusciduis alit lutat, volore moluptat adit alit nostrud modion eugiam vero exerit, volobore elesto dignim doloborper sim iusciduisl ullam, velis nullum in et loreet, quat in ulput eliquisi.
III. Re dolortie ea con ulputat. Bore duipsusto commy nonse magnim nosto commolore venim zzrit, velis aci blaore vent iril ipisismod min ullandio estis nos nisit in exercillamet vel doloreet, consed dit, quat. Illuptat, quipisi. Min henibh et wis dolent adiamet irit lum duismolore dio od eugait veliquis adio dolessit iriustrud ero odigna feu feuipis doloreet praessit am dolore con henim nonsed magnim zzrilismod te exeraeseniam illut lut augiatet, sisi ea commy nulla conulput lore venit.
Post Scriptum - Se vos pode servir de ajuda, olvidai nunca que a forma eunt pode ser Particípio Passado mas, também, Pretérito Imperfeito. Fica à vossa consideração se a ofensa é tácita ou por demais explícita. De qualquer forma, é... para que néscios não sejais.
Geração Épsilon
Que os putos/adolescentes/jovens de hoje estão perdidos, já todos sabemos.
Que ninguém se lembra de pensar que as gerações acima de nós pensavam o mesmo, também.
Metam-se na posição de nossos pais quando, ao fim da tarde, nos iam chamar para jantar e ouviam...
... Rebenta a Bolha! Eu estava no Coito...
Que ninguém se lembra de pensar que as gerações acima de nós pensavam o mesmo, também.
Metam-se na posição de nossos pais quando, ao fim da tarde, nos iam chamar para jantar e ouviam...
... Rebenta a Bolha! Eu estava no Coito...
Oliveira Reviravolta ou o Oliver Twist português
Oliveira, Reviravolta de seu apelido, era paupérrimo, o que nem sequer sabia querer dizer, porque nunca tinha ido à escola, quanto mais conhecer o superlativo absoluto do adjectivo pobre e, antes de ser levado para uma instituição de solidariedade social portuguesa, onde finalmente aprenderia a valorosa lição de vida O Cu Não Serve Só Pra Cagar e Tens Sorte Em Ter o Que Comer, costumava apanhar as ratazanas atropeladas na estrada, aquelas já bem secas do sol, para servirem de agasalhos ao seu boneco preferido, que também não sabia se era da colecção Action Man Neanderthal ou Action Man Mad Max.
Fim
Fim
sexta-feira, novembro 21, 2008
Quem convencionou que ser anti-semita é mau, devia ser barrado com Ácido Sulfúrico e atirado do Espichel abaixo!
"Quem é anti-semita é bera!
Quem é anti-islâmico não é tanto".
by dIAZ, num qualquer jantar.
INTRO
À excepção da palestina, onde a crise está instalada porque os yehudim construíram um muro de comprimento idêntico à distância que separa Sagres de Valença do Minho, o mundo muçulmano não está a sofrer com a crise global. Principalmente, no que toca ao Crédito à Habitação. A justificação é simples.
PARTE 1
O Ocidente foi edificado sobre alicerces católicos. O que é um problema. Porque ao contrário dos Cristãos, de cujo Manual de Instruções é o Novo Testamento, os católicos foram desenvolvendo uma civilização crente nos dogmas, regras, manuais de conduta e temor a dEUS que o Velho Testamento (VT) encerra. Ora, para quem não sabe, o VT é a tradução do latim (Pentateuco, que por sua vez foi a tradução da Septuaginta grega) da Torá, os cincos primeiros livros do Tanakh (ou Hamisha Humshei Torah, "as cinco partes da Torá"). É, pois, a "Lei de Moisés" (Torat Moshê), que difere pouco do Talmud (Torá oral) apenas por ser, lá está, escrita. Isto explica muita coisa. Alguns exemplos: Quando o católico se confessa está, de facto, a cumprir a antiga tradição do Bode Expiatório, que consistia em "transferir" os pecados cometidos durante todo o ano, através de uma oração, para cima de um bode que, aquando do Yom Kipur, era largado no deserto, levando-os (aos pecados e más acções) com ele. O católico inveja o colega do trabalho, come que nem um alarve (estes estão incluídos nos 7 mortais), fode a cunhada, enraba a filha de 3 meses (estes não) e, ao Domingo, papa a hóstia, confessa-se, faz a penitência que lhe foi administrada e... tudo fica bem quando eu, católico convicto, estou bem.
PARTE 2
É pois curioso que, algures no Talmud, o judeu seja permitido usurar o não-judeu em proveito próprio. Isto permitiu-lhes inventar, há muitos séculos, e tornar seu ganha-pão através dos tempos, o que lhes valeu muita antipatia, os juros. E nós, por lastimoso prurido cultural em apontar os defeitos (muitos, tantos) de uma religião que, afinal, acabou por condenar meio mundo (bem mais que APENAS 6 milhões) à perda total de dignidade, queixamo-nos agora de "estar à rasca" e culpamos (quando culpamos), entidades que, afinal, só estão a usar, em proveito próprio, uma invenção muito antiga. Se hoje se provar que a pasteurização do leite é causa directa do cancro da mama, os burros culparão a Mimosa. Os inteligentes apontarão o dedo ao Louis Pasteur. Só que esse... está morto. E não poderia pagar pelo mal que trouxe ao mundo.
CONCLUSÃO
Prisioneiros (ou libertários?) do seu próprio preconceito para com os judeus (que, ao menos, é assumido e não hipócrita como o dos católicos, que usam expressões como "O Júlio é um semítico" e "Estás a judiar com o Jervásio), os países que se regem pela sharia (lei islâmica) proíbem a prática de riba (usura). E a manifestação mais visível disso é que nenhuma empresa pode fazer dinheiro alugando dinheiro. Não há juros, hipotecas e, muito menos, penhoras.
CONCLUSÃO MESMO
De cada vez que os media "informarem", pela 1.324.591.ª vez, que se estão a comemorar não sei quantos anos sobre o Holocausto... ... perguntem-se, munidos de todo o espírito crítico, porque é que ninguém sabe que, afinal, os muçulmanos, esses malvados mafarricos, têm o Humanismo como lei!
Quem é anti-islâmico não é tanto".
by dIAZ, num qualquer jantar.
INTRO
À excepção da palestina, onde a crise está instalada porque os yehudim construíram um muro de comprimento idêntico à distância que separa Sagres de Valença do Minho, o mundo muçulmano não está a sofrer com a crise global. Principalmente, no que toca ao Crédito à Habitação. A justificação é simples.
PARTE 1
O Ocidente foi edificado sobre alicerces católicos. O que é um problema. Porque ao contrário dos Cristãos, de cujo Manual de Instruções é o Novo Testamento, os católicos foram desenvolvendo uma civilização crente nos dogmas, regras, manuais de conduta e temor a dEUS que o Velho Testamento (VT) encerra. Ora, para quem não sabe, o VT é a tradução do latim (Pentateuco, que por sua vez foi a tradução da Septuaginta grega) da Torá, os cincos primeiros livros do Tanakh (ou Hamisha Humshei Torah, "as cinco partes da Torá"). É, pois, a "Lei de Moisés" (Torat Moshê), que difere pouco do Talmud (Torá oral) apenas por ser, lá está, escrita. Isto explica muita coisa. Alguns exemplos: Quando o católico se confessa está, de facto, a cumprir a antiga tradição do Bode Expiatório, que consistia em "transferir" os pecados cometidos durante todo o ano, através de uma oração, para cima de um bode que, aquando do Yom Kipur, era largado no deserto, levando-os (aos pecados e más acções) com ele. O católico inveja o colega do trabalho, come que nem um alarve (estes estão incluídos nos 7 mortais), fode a cunhada, enraba a filha de 3 meses (estes não) e, ao Domingo, papa a hóstia, confessa-se, faz a penitência que lhe foi administrada e... tudo fica bem quando eu, católico convicto, estou bem.
PARTE 2
É pois curioso que, algures no Talmud, o judeu seja permitido usurar o não-judeu em proveito próprio. Isto permitiu-lhes inventar, há muitos séculos, e tornar seu ganha-pão através dos tempos, o que lhes valeu muita antipatia, os juros. E nós, por lastimoso prurido cultural em apontar os defeitos (muitos, tantos) de uma religião que, afinal, acabou por condenar meio mundo (bem mais que APENAS 6 milhões) à perda total de dignidade, queixamo-nos agora de "estar à rasca" e culpamos (quando culpamos), entidades que, afinal, só estão a usar, em proveito próprio, uma invenção muito antiga. Se hoje se provar que a pasteurização do leite é causa directa do cancro da mama, os burros culparão a Mimosa. Os inteligentes apontarão o dedo ao Louis Pasteur. Só que esse... está morto. E não poderia pagar pelo mal que trouxe ao mundo.
CONCLUSÃO
Prisioneiros (ou libertários?) do seu próprio preconceito para com os judeus (que, ao menos, é assumido e não hipócrita como o dos católicos, que usam expressões como "O Júlio é um semítico" e "Estás a judiar com o Jervásio), os países que se regem pela sharia (lei islâmica) proíbem a prática de riba (usura). E a manifestação mais visível disso é que nenhuma empresa pode fazer dinheiro alugando dinheiro. Não há juros, hipotecas e, muito menos, penhoras.
CONCLUSÃO MESMO
De cada vez que os media "informarem", pela 1.324.591.ª vez, que se estão a comemorar não sei quantos anos sobre o Holocausto... ... perguntem-se, munidos de todo o espírito crítico, porque é que ninguém sabe que, afinal, os muçulmanos, esses malvados mafarricos, têm o Humanismo como lei!
quinta-feira, novembro 20, 2008
Da Humildade em 2 actos
Acto 1.
Qualidade indispensável para o sucesso na vida.
Vi poucas coisas tão merecidas como a derrota de Portugal frente ao Brasil. Curiosamente, deixei de ligar à Selecção Nacional desde que Cristiano Ronaldo foi eleito o D. Sebastião da coisa. Mais uma vez, a diferença reside entre quem é madeirense e ainda não percebeu que, se não jogasse à bola, ainda andava ajoelhado, sobre a brita da Calheta, em frente à braguilha de alemães que sabem que a Madeira é um paraíso da pedofilia... e quem nasceu na Cova da Piedade, começou a jogar n'Os Pastilhas e, lenta e humildemente, traçou o seu caminho... não é, Figo?
Acto 2.
Sou tão, mas tão bom, sou tão O Maior.
Inventei O Estereótipo. Assim, com duas maiúsculas. O Estereótipo dos estereótipos. O Estereótipo Supremo... Outra prova da minha Superioridade Intelectual, indiscutível e à prova de quaisquer opiniões em contrário, que de imediato refutarei e impugnarei, é o facto de ter usado, como veículo para exemplificação do mesmo, um gajo que não dá notícias há séculos, só para ele ver como é que Elas mordem. Por Elas entenda-se Ferroadas de Genialidade! Ora vejam:
O único técnico informático que conheci que não usava sapatos de vela foi o Eduardo Antunes, porque era especialista em Macs!
Qualidade indispensável para o sucesso na vida.
Vi poucas coisas tão merecidas como a derrota de Portugal frente ao Brasil. Curiosamente, deixei de ligar à Selecção Nacional desde que Cristiano Ronaldo foi eleito o D. Sebastião da coisa. Mais uma vez, a diferença reside entre quem é madeirense e ainda não percebeu que, se não jogasse à bola, ainda andava ajoelhado, sobre a brita da Calheta, em frente à braguilha de alemães que sabem que a Madeira é um paraíso da pedofilia... e quem nasceu na Cova da Piedade, começou a jogar n'Os Pastilhas e, lenta e humildemente, traçou o seu caminho... não é, Figo?
Acto 2.
Sou tão, mas tão bom, sou tão O Maior.
Inventei O Estereótipo. Assim, com duas maiúsculas. O Estereótipo dos estereótipos. O Estereótipo Supremo... Outra prova da minha Superioridade Intelectual, indiscutível e à prova de quaisquer opiniões em contrário, que de imediato refutarei e impugnarei, é o facto de ter usado, como veículo para exemplificação do mesmo, um gajo que não dá notícias há séculos, só para ele ver como é que Elas mordem. Por Elas entenda-se Ferroadas de Genialidade! Ora vejam:
O único técnico informático que conheci que não usava sapatos de vela foi o Eduardo Antunes, porque era especialista em Macs!
quarta-feira, novembro 19, 2008
Põe tua mão...
... no centro do fulgor
que te bloqueia
põe tua mão e sente-me esta dor
à mão de semear
ventos
Colhes-me tu,
tempestade
e que doce é ir
de vento em popa.
que te bloqueia
põe tua mão e sente-me esta dor
à mão de semear
ventos
Colhes-me tu,
tempestade
e que doce é ir
de vento em popa.
segunda-feira, novembro 17, 2008
Estou a LISCONTar os minutos...
NovAlcantara é um projecto que tem causado o seu celeuma. Penso que as razões principais são duas:
1. A obra está entregue à LISCONT e não foi a concurso público.
2. O terminal de contentores de Alcântara será ampliado, passando a receber (muito) mais do dobro daqueles que já existem.
Em termos mediáticos, a coisa tem sido badalada pela razão n.º 2. O que é triste. Ao contrário do que aconteceria se a grande questão fosse a razão n.º 1, a Administração do Porto de Lisboa viu-se obrigada a organizar uma exposição na Gare Marítima de Alcântara para esclarecer o lisboeta residente e, assim, apaziguar alguns ânimos. No entanto, eis que um estudo previu que 99,3% das pessoas não visitariam o certame. Bem pensado. Distribuíram-se, então, alguns panfletos, com o mesmo intuito, nos principais terminais de transportes públicos de acesso à capital, entre eles, claro, alguns localizados na Margem Sul. De redacção sofrível e paginação picassiana, tal documento contém valorosas justificações do projecto, dúbias explicações da celebração do contrato e um erro grosseiro...
...a última parte é consagrado às perguntas que, por certo, alguém fez e às quais é, pois, necessário responder. As duas últimas serão transcritas com exactidão. As respostas, contudo, serão da minha autoria. Porque quando há questões tão reveladoras de preconceito, imbecil sob qualquer forma, a resposta tem que ser dada como se dirigidas a crianças de 2 anos fossem. E se eu fosse TODA a população da margem sul, faria-o com violência. Infelizmente, volto a afirmar, o problema de Portugal não é ter uma Amália na Voz. É não ter um Tarzan Taborda nos braços.
Penúltima Pergunta: Porque não se aproveita o Porto de Setúbal?
Resposta dIAZ: O Porto de Setúbal está inserido na Arrábida e na foz do Sado onde, por acaso, até existe uma colónia de golfinhos com tendência a aumentar. Em Alcântara, os únicos lesados serão as baratas gigantes das docas, as tainhas e as pessoas que gostam de Salsa.
Última Pergunta: Porque não se colocam os contentores na Trafaria?
Resposta dIAZ: A Trafaria é uma aldeia piscatória. Não muito bonita, convenhamos. Mas é.
Conclusão dIAZ como resposta às inacreditáveis questões colocadas por lisboetas preocupados com a aparência da sua cidade (e ainda está para se provar que sejam, na sua maioria, lisboetas): Eu moro na Margem Sul. É uma opção. Vós viveis em Lisboa. Também é. A maioria dirá que optou por isso porque a qualidade de vida é indiscutível (hã?), há centralização de serviços e mais mobilidade (muito embora 75% dos Lisboetas não usem os Transportes Públicos e prefiram os engarrafamentos). Pois bem... ASSUMAM, de uma vez por todas, que moram numa cidade. Há poluição, tráfego, pessoas de mau-humor, atropelamentos, serviços, autocarros, metro, navios e, claro, CONTENTORES. Pensassem ANTES de comprar a casa. Estamos a falar da CAPITAL de Portugal.
Já olharam BEM para o Porto de Barcelona?
Calem-se e MAMEM!
É BEM-FEITO!
1. A obra está entregue à LISCONT e não foi a concurso público.
2. O terminal de contentores de Alcântara será ampliado, passando a receber (muito) mais do dobro daqueles que já existem.
Em termos mediáticos, a coisa tem sido badalada pela razão n.º 2. O que é triste. Ao contrário do que aconteceria se a grande questão fosse a razão n.º 1, a Administração do Porto de Lisboa viu-se obrigada a organizar uma exposição na Gare Marítima de Alcântara para esclarecer o lisboeta residente e, assim, apaziguar alguns ânimos. No entanto, eis que um estudo previu que 99,3% das pessoas não visitariam o certame. Bem pensado. Distribuíram-se, então, alguns panfletos, com o mesmo intuito, nos principais terminais de transportes públicos de acesso à capital, entre eles, claro, alguns localizados na Margem Sul. De redacção sofrível e paginação picassiana, tal documento contém valorosas justificações do projecto, dúbias explicações da celebração do contrato e um erro grosseiro...
...a última parte é consagrado às perguntas que, por certo, alguém fez e às quais é, pois, necessário responder. As duas últimas serão transcritas com exactidão. As respostas, contudo, serão da minha autoria. Porque quando há questões tão reveladoras de preconceito, imbecil sob qualquer forma, a resposta tem que ser dada como se dirigidas a crianças de 2 anos fossem. E se eu fosse TODA a população da margem sul, faria-o com violência. Infelizmente, volto a afirmar, o problema de Portugal não é ter uma Amália na Voz. É não ter um Tarzan Taborda nos braços.
Penúltima Pergunta: Porque não se aproveita o Porto de Setúbal?
Resposta dIAZ: O Porto de Setúbal está inserido na Arrábida e na foz do Sado onde, por acaso, até existe uma colónia de golfinhos com tendência a aumentar. Em Alcântara, os únicos lesados serão as baratas gigantes das docas, as tainhas e as pessoas que gostam de Salsa.
Última Pergunta: Porque não se colocam os contentores na Trafaria?
Resposta dIAZ: A Trafaria é uma aldeia piscatória. Não muito bonita, convenhamos. Mas é.
Conclusão dIAZ como resposta às inacreditáveis questões colocadas por lisboetas preocupados com a aparência da sua cidade (e ainda está para se provar que sejam, na sua maioria, lisboetas): Eu moro na Margem Sul. É uma opção. Vós viveis em Lisboa. Também é. A maioria dirá que optou por isso porque a qualidade de vida é indiscutível (hã?), há centralização de serviços e mais mobilidade (muito embora 75% dos Lisboetas não usem os Transportes Públicos e prefiram os engarrafamentos). Pois bem... ASSUMAM, de uma vez por todas, que moram numa cidade. Há poluição, tráfego, pessoas de mau-humor, atropelamentos, serviços, autocarros, metro, navios e, claro, CONTENTORES. Pensassem ANTES de comprar a casa. Estamos a falar da CAPITAL de Portugal.
Já olharam BEM para o Porto de Barcelona?
Calem-se e MAMEM!
É BEM-FEITO!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
